Muitas pessoas ficam em dúvida na hora de comprovar a eficácia do mindfulness e da meditação no geral. A atividade é realmente desconhecida por uma parcela da população. Isso não significa que os benefícios sejam falsos.
Hoje, vamos te contar mais sobre experimentos e descobertas que comprovam o poder da técnica. Assim, você pode apostar na estratégia correta para aprimorar a sua saúde e o seu bem-estar de maneira global.

Livro Ciência da Meditação: as alterações comportamentais
Daniel Goleman e Richard Davidson são dois autores que se comprometeram em pesquisar o desenvolvimento do mindfulness e suas vantagens para o funcionamento corporal no geral. As descobertas foram publicadas em um brilhante livro, nomeado acima.
Depois de muitas pesquisas, os dois autores conduziram experimentações científicas que puderam deduzir os diferentes níveis de meditação e seus benefícios. O mindfulness acabou sendo comprovadamente adequado para solução de problemas práticos, alterações comportamentais profundas e desenvolvimento emocional.
Alguns dos traços trabalhados são: abnegação, compaixão, empatia e serenidade. A ideia é alcançar todo o desenvolvimento positivo do qual somos capazes.

Universidade de Harvard: melhora da memória e qualidade do sono
Aqui, estamos falando de uma pesquisa realizada exclusivamente com idosos. Os cientistas da Universidade de Harvard, que se encontra nos Estados Unidos, investigaram a relação entre as alterações na atenção, na memória e no sono e a prática do mindfulness.
A pesquisa mostrou resultados extremamente positivos, para acabar com as dúvidas de qualquer um que precisa de comprovações. De acordo com os pesquisadores responsáveis, são obtidos níveis de melhora equivalente às alterações com medicamentos prescritos, quando se trata do sono.
Com a memória, a realização de testes práticos com adeptos do mindfulness também não deixou a desejar. Os resultados são os melhores possíveis para a saúde na terceira idade!

Melhoria de comportamentos compulsivos
Comportamentos compulsivos são geralmente muito complicados de manejar. A maioria dos pacientes acaba optando pela administração de medicamentos controlados para manter o comportamento regular.
A boa notícia é que o mindfulness pode trazer grandes benefícios a essas pessoas. Foi o que descobriu Jeffrey Schartz, um pesquisador da Universidade da Califórnia. Sua pesquisa considerou a alteração em porções do córtex cerebral ligadas ao comportamento compulsivo. Mais especificamente, foram estudados pessoas diagnosticadas com TOC.
Quando o mindfulness foi integrado aos tratamentos já feitos, observou-se uma evolução impressionante no quadro inicial. A pesquisa surpreendeu muitos estudiosos da área.

Revista Proceeding of the National Academy of Sciences: mindfulness e a capacidade de decisão
O seu problema é de superação de obstáculos e tomada de decisões? Segundo a publicação dessa importante revista científica, o mindfulness também pode te ajudar. Ela faz com que áreas cerebrais de percepção e de emoção sejam acionadas.
Com isso, os resultados são claros: você se torna mais atento, e consegue compreender melhor a questão.
Agora já temos uma noção ampla de como o mindfulness pode levar o praticante a melhorias comprovadas cientificamente. E aí, ficou com alguma dúvida? Tem algum caso que gostaria de compartilhar? Entre em contato!

Be Mindful!
Pedro Lôbo